Não sei, mas gostaria de entender porque há pessoas que assumem posturas que não condizem com a sua atual e verdadeira realidade. Talvez no afã de serem aceitas de alguma forma por algum grupo ou determinada pessoa(s), ou então pela simples incapacidade de encarar a sua realidade; ou ainda pelo autodestrutivo orgulho, para não darem, como se dizem, o braço a torcer. “Vivem” o que não estão vivendo de fato.
São discursos, comportamentos, imagens que demonstram um estado diferente daquele em que realmente, lá no fundo, se encontram. E tem muitas que piamente acreditam no que vivem, enganando-se a si mesmas e aos mais desavisados dia após dia. É preciso manter a aparência, a pose. Por quê? Para quem? O que fazem, o que dizem, o que aparentam, não faz parte efetivamente das suas vidas, dos seus verdadeiros sentimentos.
Chega de frases bonitas, de clichês para chamar a atenção por aqui, por aí, no mundo real e no virtual. Chega de milhões de poses entre “milhões de amigos”, das conquistas materiais, dos sorrisos em todos os momentos se não se tem e nem se toma nada disso para a própria vida como algo natural, efetiva e verdadeiramente real.
São só máscaras. É só orgulho. Assuma-se!
São discursos, comportamentos, imagens que demonstram um estado diferente daquele em que realmente, lá no fundo, se encontram. E tem muitas que piamente acreditam no que vivem, enganando-se a si mesmas e aos mais desavisados dia após dia. É preciso manter a aparência, a pose. Por quê? Para quem? O que fazem, o que dizem, o que aparentam, não faz parte efetivamente das suas vidas, dos seus verdadeiros sentimentos.
Chega de frases bonitas, de clichês para chamar a atenção por aqui, por aí, no mundo real e no virtual. Chega de milhões de poses entre “milhões de amigos”, das conquistas materiais, dos sorrisos em todos os momentos se não se tem e nem se toma nada disso para a própria vida como algo natural, efetiva e verdadeiramente real.
São só máscaras. É só orgulho. Assuma-se!
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